ESCRAVAS MODERNAS


Todos nós levantamos algumas bandeiras para nos identificarmos com os meios em que vivemos, levantamos a bandeira do time do coração, do político de estimação, em defesa das baleias em extinção e por aí vai... Com o cristianismo não é diferente, ele é uma das bandeiras levantadas para uma identificação tanto pessoal quanto social e religiosa.

SIM, O ESTILO DE VIDA EVANGÉLICO (PROVENIENTE DO EVANGELHO) É ÚTIL PARA A ORGANIZAÇÃO DA VIDA SOCIAL, E O APONTAMENTO DESTA UTILIDADE PODE FUNCIONAR COMO BOM ARGUMENTO NA ESFERA PÚBLICA. MAS IDENTIFIQUE O EVANGELHO A UM MERO ESTILO DE VIDA E VOCÊ O REDUZIRÁ E LHE NEGARÁ O PODER. Pastor Filipe Fontes

Você há de convir comigo que já vivemos épocas em que o casamento cristão fazia parte de uma reafirmação da profissão de fé das pessoas, mas que hoje em sua grande maioria não passam de conveniência protocolar, uma espécie de herança social e religiosa que movimenta o mecanismo de aceitação em comunidade. Mas independente da intenção, partimos para a pressuposição de que um casal ao subir no altar perante um padre ou um pastor e centenas de testemunhas dentro de uma igreja está manifestando publicamente sua fé e decidindo assumir as responsabilidades e os riscos que o casamento representa. Ok? Ok!

O próprio Jesus disse em Mateus 19:11 que nem todos tem vocação para o casamento, para constituir famílias, mas se construíram, então o mínimo que se espera é uma postura digna e fiel ao propósito do casamento. Isso inclui principalmente a possibilidade de terem filhos, quer o casal queira ter filhos ou não, deixando então de serem um casal para se tornarem uma família, ok? Ok de novo!

E se esse casal é verdadeiramente cristão como professaram ser em seu casamento, devem estar ciente da importância que a família tem para o cristão, onde espera-se que vão seguir os princípios e valores bíblicos acima de tudo em suas vidas pessoal, familiar e profissional, mais especificamente aqui dentro do nosso propósito onde a mulher levanta a bandeira e se identifica naturalmente nesses casos como esposa e mãe para depois se identificar como médica, engenheira, manicure, auxiliar de produção...

Minha pergunta, da qual vai direcionar todo o restante deste texto é: Tens certeza disso que estais a dizer mulher? Tens sido mesmo esposa e mãe segundo os princípios e valores cristãos? Posso perguntar novamente?

Quem sou eu pra lhe apontar o dedo e dizer o que você é ou não é, não estou aqui pra apontar o dedo, julgar nem denegrir a imagem de ninguém, mas para te convidar a uma profunda reflexão da qual já quero te deixar preparado (a), pois, tenho certeza que o conteúdo tende a desagradar no mínimo 75% dos que vão ler este texto. Mas meu compromisso não é com a opinião das pessoas e nem com a sua e sim com o propósito que Deus me levantou pra escrever. Você terá que ler o texto para entender que mesmo nas melhores das intenções, mesmo que você possa ter uma visão política totalmente avessa ao esquerdismo você provavelmente não tem passado de uma agente comunista dentro destes cenários. É — eu sei, isso mexeu com o seu brio ­— que bom! Isso já é um bom começo, então aperte os cintos que vai balançar!

O INFERNO MODERNIZADO

A tal modernidade chegou nos prometendo acima de tudo liberdades, mas que por fim, nos deixou de herança 2 grandes Guerras Mundiais e outras tantas guerras menores; algo que mudou drasticamente o cenário mundial das sociedades, mais em particular das famílias.

As mulheres até então eram tidas como legítimas donas de casa e a grande maioria cuidavam dos filhos praticamente em tempo integral. Em alguns momentos da história muitas dessas mulheres foram repentinamente obrigadas a darem conta sozinhas do recado por perderem seus maridos paras as guerras. Sem falar que muitas também foram obrigadas por alguns governos a trabalharem nas fábricas que abasteciam os exércitos com toda espécie de suprimento para a guerra. É como diz o ditado: "A necessidade faz a força" — todas as forças, principalmente a força mais forte, nesse caso, a força do Estado.

A NECESSIDADE FAZ A FORÇA


Pela necessidade de sobrevivência se viram dentro do desafio de terem que deixar suas casas para proverem o sustento da família e se lançaram então na
“escravidão moderna” em jornadas exaustivas a troco de migalhas que a revolução industrial defecou nos lares europeus e depois no mundo todo.

Hoje na pós-modernidade o cenário não é muito diferente não viu! Principalmente se tratando de Brasil. Aqui a desvalorização da moeda aliada a baixa renda, as familiar perdem todo ano vertiginosamente seu poder de compra, está cada vez mais difícil (pra não dizer quase impossível) o homem sozinho suprir as necessidades de sua família. Pode ser esta uma das causas que tem levado famílias a terem cada vez menos filhos, pois, aumenta-se cada vez mais a dependência social do Estado, “Vale Gás - Bolsa Família – Minha Casa Minha Dívida”. Etc.

Não vamos nem levar em conta aqui os desajustes familiares como um dos principais responsáveis que não deixam alternativa a muitas mulheres guerreiras que são cruelmente empurradas contra sua vontade para o trabalho fora de casa e obrigadas a se ausentarem do relacionamento mais profundo com seus filhos. Boa parte desse êxodo feminino é também resultado de relacionamentos cada vez mais instáveis e líquidos iniciados cada vez mais precocemente e que culminam facilmente em divórcio (isso quando se casam). Há a necessidade de falar também do número crescente de homens, homens não, pessoas que carregam no vão das pernas uma genitália do sexo masculino metidos a macho e que acham que fazem muito com seus míseros R$ 300,00 de pensão alimentícia ficando com o filho nos fins de semana 2x no mês depois de muita briga na justiça.

Eu teria outras dezenas de fatores pra apresentar, mas não vou me alongar. Basta ter consciência que isso que foi falado até aqui são fatores que incluem guerras, catástrofes naturais, pandemias, mortes, e desajustes familiares, dentre outros; onde o fato da mulher se lançar ao mercado de trabalho acontecem exclusivamente pela necessidade, quando não existem outras alternativas a não ser o sacrifício pessoal da mãe, dos filhos, da família como um todo.

No entanto, daqui pra frente para continuar falando de famílias, criação de filhos e o trabalho feminino fora de casa, teremos que analisar o cenário que compõe o teatro com outras lentes, e tentar enxergar o que há por de trás das cortinas, apontando os holofotes para personagens que protagonizam os vilões da vida real, tão maquiavélicos quanto os artistas, porém com implicações que extrapolam a arte e afeta diretamente NOSSAS VIDAS – NOSSAS FAMÍLIAS – NOSSAS IGREJAS – NOSSA SOCIEDADE! Prometo que será breve, resumirei ao máximo, mas será fundamental fazermos uma ligeira abordagem envolvendo diversos assuntos para entendermos o tamanho do perigo.

COMUNISMO x BÍBLIA

De forma bem simples quero te dizer que o grande rival do Comunismo mundial não é o Capitalismo como a maioria pensa, mas sim o Cristianismo, isso mesmo, sei que parece estranho pra muitos, mas reflita comigo, como que um esquerdista / comunista irá aplicar seus conceitos, como:

* Invasão e privatização pelo Estado da propriedade privada (sua casa, seu comércio), onde de uma hora pra outra a padaria do senhor José agora não é mais dele e passa a ser do Estado, onde o senhor José e sua família terá que, em nome da causa, da nação, trabalhar para o Estado produzindo pão gratuitamente para alimentar o governo e o exército, sob pena de ser conduzido por livre e espontânea pressão a campos de concentração, isso se a força do rifle os deixarem a chegar lá... se a bíblia ensina que não se deve roubar?

* Como fazer revoluções armadas e financiar o aborto se a bíblia ensina a não matar e diz que o reino dos céus é das criancinhas?

* Como derrubar tal governo por meio da desinformação e da mentira... se a bíblia ensina a não dar falso testemunho contra o próximo?

* Como não estuprar as mulheres geralmente em posição de vulnerabilidade como em fazem em campos de concentrações... se a bíblia ensina a não cobiçar a mulher do próximo e a não adulterar?

Dentre esses e muitos ensinamentos da palavra de Deus é que o comunismo tem dificuldade de se popularizar com mais força em nossa cultura, chamada por eles de cultura cristã burguesa, onde para eles o capitalismo existe em cima da força da religião, que na qual é reforçada pela força da família, esta sim é o principal pilar que sustenta a religião cristã e a cultura ocidental, pois é nela que os valores religiosos são transmitidos entre gerações.

PROPRIEDADE PRIVADA

Para os socialistas / comunistas, em sociedades antigas um homem, antes livre, másculo e viril usava e abusava fisicamente das mulheres da comunidade, geralmente elas eram um bem comum que serviam aos homens de diversas maneiras e uma delas era o sexo (estupro), onde todas eram de todos e deveriam geram filhos e mais filhos, preferencialmente homens para fortalecerem aquele clã. Para eles o inferno subiu à terra e inaugurou todo o mal da humanidade quando em determinado momento, este mesmo homem foi transformado em seus valores e em seu modo de viver por causa de ter sido exposto e se convertido à palavra de Deus que se alastrou por todos os cantos, sendo assim o homem decidiu por se juntar monogamicamente à uma mulher e constituir sua família.

Você já deve ter ouvido aquele famoso ditado popular: “quem casa quer casa”, pois é, penso eu que possa ter surgido nesta ocasião, pois, esta decisão de formar família fez com que o homem olhasse para um pedaço de terra e dissesse: “Isso aqui agora é meu e será também dos meus filhos e netos...” (O que eram muitos por sinal), inaugurando aquilo que os comunistas chamam de Propriedade Privada.

Só pra você entender, essa é provavelmente uma das causas de que padres católicos não puderam mais se casar e foram obrigados a fazerem seus votos de castidade, essa é uma ideia conspiratória que diz que o objetivo principal do celibato dos sacerdotes seria na realidade para que a Igreja não perdesse suas propriedades para os filhos herdeiros dos padres. Verdade ou não, vale a curiosidade, mas o que se sabe de verdade é que a Propriedade Privada deveria portanto pertencer ao Estado não às pessoas, independente de seus status e religião. Em diversos casos históricos o Estado foi muitas vezes controlado pela religião e em outras tantas, o Estado e a Igreja eram praticamente uma coisa só.

A propriedade privada então instaurou o princípio de desigualdade social, onde os que mais tinham passaram a explorar e oprimir os mais pobres. Então, segundo eles, quanto mais famílias houvesse mais propriedades privadas haveriam e se mais propriedades existirem mais ricos e mais pobres também existirão, consequentemente mais desigualdade social e opressão.

Dentro da concepção comunista a propriedade privada foi o principal fator que gerou divisão entre as pessoas, o que eles chamam de divisão de classes, que originalmente se resumia apenas em Burgueses x Proletários (ricos e pobres – patrão x empregado). Propagaram com toda suas forças a luta de classes. Acreditaram que os pobres/empregados dentro de seus países e depois no restante da Europa e do mundo pegariam em armas para matar os burgueses/patrões, tomar suas propriedades, acabar com o lucro dos empresários, dividir a matéria prima e “acabar definitivamente com a desigualdade”. Porém, “o tiro saiu pela culatra” e os pobres e os burgueses de um país, acabaram por se juntarem e lutar contra outros pobres e burgueses de outros países. Essa foi a contribuição deixada pela luta de classes comunista, as duas grandes Guerras Mundiais e outras tantas depois disso.

IMPLOSÃO - FORÇA DO MARTELO E DA FOICE INSUFICIENTES

Porém, a força da foice e do martelo (símbolo máster do comunismo) ou do fuzil foram insuficientes e não conseguiram destruir a burguesia, muito menos as sociedades ocidentais. Isso fez com que as ideias originais do comunismo entrassem em colapso. Foi então que entraram em cena os revisionistas, a classe intelectual comunista que percebeu que precisariam se reinventar, devendo então atacar de dentro pra fora, ao invés de colocar a arma na cabeça do patrão e matá-lo, de explodir uma nação com armas e bombas, eles deveriam implodi-la. E para que a utopia da conquista do poder e o sucesso comunista devesse acontecer seria fundamental abolir o cristianismo e tudo o que o envolve ou deriva-se dele, como as propriedades privadas e as famílias que devem ser extinguidas, exterminadas da face da terra, pois, os princípios e os valores éticos e morais da cultura ocidental são fundamentados nessa religião, balizando nossos pensamentos e  comportamentos, fundamentando nossas leis e constituições, onde um indivíduo pode até ser um ateu, mas segue moralmente e judicialmente muito bem os mandamentos que dirigem nossa sociedade - não, matarás, não roubarás, não dar falso testemunho [...] e isso sempre será um problema para os comunistas.



Uma das principais teorias que embasam esta estratégia está atribuída a um dos principais revolucionários comunistas da história, Antonio Gramsci que teorizou:

“Não ataquem blindados, ataquem ideias gerando dúvidas, e propondo um diálogo permanente, nunca apresentando certezas, mas devem estar preparados para preencher as dúvidas antes que a consciência individual o faça; não assaltem bancos, assaltem redações de jornais; não se mostrem violentos, mas pacifistas e vítimas da ‘direita”.

Em palavras mais simples, Gramsci diz a revolução comunista não podia mais ser feita às pressas, que eles deveriam não mais atirar na cabeça do patrão, não estourarem bombas em praça pública, não assaltar bancos e quartéis, não tomem mais a padaria do seu José. Porém, deveriam ir lá na escola como agente de educação, (professor, supervisor, diretor...) e na ponta do giz dizer aos alunos aquilo que eles devem aprender para se tornar um deles. Vão trabalhar nos jornais e conduzir as programações, distorcer os fatos para moldar o modo de pensar das pessoas.

REVOLUÇÃO CULTURAL

As revoluções, as Grandes Guerras Mundiais, o avanço científico e tecnológico dentro das últimas décadas e pouco mais de dois séculos, foram as transformações mais consideráveis da história da humanidade, nunca as coisas haviam mudado tão rapidamente. Portanto não tem como não notar também a mudança radical no modo de viver das pessoas; a vida pessoal, social, profissional, financeira, religiosa e familiar acompanharam o ritmo e sofreram profundas transformações e rupturas como nunca antes na história. Isso decorre principalmente de algo que é conhecido hoje como Revolução Cultural, um meio pela qual essas novas estratégias desses revisionistas comunistas pudessem agir como ferramenta de reengenharia social. Portanto, trata-se de um mecanismo de ação que ocorre em todas as esferas sociais, e conta com a força de influência que exercem a mídia, a arte, a educação, a política, dentre outras tantas, que juntas servem para corromper a mente das pessoas, moldar padrões de pensamento e comportamento e lhes roubar paulatinamente princípios e valores antes preservados, mas que agora são descartados e até mesmo recriminados. Essa revolução ocorreu também nos lares e nas igrejas.

“Semeie um pensamento, colha um ato, semeie um ato colha um hábito, semeie um habito, colha um caráter, semeie um caráter, colha um destino”. Charles Read

Uma grande revolução conta com a ação de outras mini revoluções. Destruir é um valor religiosamente comunista, dentre suas diversas teorias. Destruir, promover o caos é uma ideia que gera a expectativa absurda de que após concluídas suas ações, o resultado será que algo de bom surgirá no lugar. Portanto dentro desta grande Revolução Cultural uma arma eficaz de destruição em massa é a micro revolução moral, ou seja, é a destruição dos conceitos morais que sustentaram a história humana em diversos modelos de civilizações por milênios, mas que agora sua destruição ganhou grande relevância para a causa socialista. Eles acreditam que a moralidade deve ser substituída de tempos em tempos para não se perpetuar na sociedade. Pra eles a moral engessa os impulsos e instintos naturais dos homens, principalmente o sexo.

Partindo deste ponto, podemos entender seus projetos malignos onde políticos de esquerda visam legalizar a relação sexual incestuosa, (sexo entre membros da mesma família - pais e filhos), descriminalizar a pedofilia, a zoofilia (sexo com animais) e até a necrofilia (sexo com cadáveres) [Projeto de Lei nº 3369/2015] . Eles acreditam que os conceitos morais que regem as leis constituintes do país que proíbem essas práticas em nossa cultura são barreira à evolução humana.

A aprovação de um projeto como este será uma âncora amarrada aos pés da família tradicional monogâmica. Pensem se algo do tipo for aprovado, mas pensem com a cabeça deles, não coloque sua moralidade na imaginação, vou tentar te ajudar:

- Havia uma família tradicional com o pai de45 anos, a mãe de 40 anos - (20 anos de casados), 1 filha adolescente de 16 anos e mais 2 adolescentes de 14 e 13 anos. Na lógica de um projeto como este o marido vai olhar pra sua esposa que já não sustenta mais àquela beleza da jovialidade em que se casou e após ter 3 filhos já está sendo vencida pela gravidade, onde seu corpo já não é mais tão formoso quanto antes. Sendo assim, já que não há problemas morais, o homem na hora que tiver vontade de ter relação sexual vai procurar quem pra se relacionar? Isso mesmo, sua filha adolescente, a novinha mais linda do bairro que é toda linda, formosa, com tudo em dia. Isso antes que um dos filhos faça isso com a irmã ou qualquer outro parente ou vizinho também faça. Nisso ele transformará sua filha numa prostituta. Nesse caso a mulher não será mais procurada como antes e transformada num objeto de passar, lavar e cozinhar.  Sendo assim, se ela quiser um pouco de sexo terá que se satisfazer com seus dois adolescentes que nesta fase não podem ver um par de joelhos que já desejam virar o galinzé do terreiro.

Desculpe-me! Eu sei que é um texto imoral, absurdo, 'aberracionista', mas tive que ilustrar conforme a realidade da intenção deste tipo de projeto que visa destruir a estrutura moral familiar e social.

Tenho certeza que você já ouviu aquela famosa frase: “faça amor não faça guerra”. Pois é, esta era a intenção, disseminar o sexo livre e libertino embalado pelo uso de muita droga para desvalorizar o sexo e os valores cristãos que ele carrega consigo. Esta estratégia ganhou muita força principalmente à partir das décadas de 1960/70 e 80 com os movimentos hippies e os festivais de Rock, como o festival de Woodstock e o Rock in Rio por exemplos, que juntos ajudaram a embalar a Revolução Sexual pelo mundo a fora. Estas duas mini revoluções juntas (moral e sexual), de mãos dadas, se tornaram armas poderosas nesse ataque da grande Revolução Cultural.

DIVIDIR PRA CONQUISTAR - ESQUERDISMO

Você também já deve ter ouvido falar daquele princípio militar: “dividir para conquistar”. Pois então, esta é uma eficiente tática de guerra milenar. Como o comunismo viu que aquela tática da luta de classes onde o empregado era contra o patrão e teria que por uma arma na cabeça dele e puxar o gatilho não deu certo, utilizou desta tática da divisão para renascer das cinzas, dando outra roupagem para a tal divisão de classes, da qual passou a ser chamada de grupos de minorias identitárias, que na realidade é uma forma de criar micro divisões na sociedade formando novos mini exércitos que passarão a lutar separados nos campos de batalha, mas juntos na causa. É como dividir as forças armadas de um país, se a cavalaria atacar no norte, a infantaria atacará no sul, os paraquedistas no oeste e a artilharia bombardeará o leste. Esse novo molde comunista será chamado de esquerdismo. O esquerdismo é na realidade uma forma de ação usada para se colocar em prática os princípios comunistas.

O esquerdismo tratou de modernizar a luta de classes que se expandiu e hoje temos por exemplos, o pobre de sempre que continua a brigar com o rico. Negros x brancos. Gays x héteros. Feministas x mulheres, Feministas x homens. Cientistas x Pseudocientistas, Cientistas x Religiosos. Mulçumanos x Cristãos. Católicos x Evangélicos. Evangélicos x Espíritas e Budistas. Esquerda x Direita. Conservadores x Liberais. Republicanos x Democratas. Bolsonaristas x Lulistas [...] e por aí vai mais um monte. Esta é nova configuração da luta de classes, algo que a tornou ainda mais forte que a ideia original, um inimigo praticamente imbatível.

MATERNIDADE EM VERTIGEM

Ok, Ok, Ok! Depois de toda essa volta você deve estar se perguntando sobre o que isso tem a ver com sua família hoje? O que tem a ver com a maneira que você cria seus filhos? Administra seu relacionamento conjugal? Seu lar? Suas finanças? E também como serve em sua religião?

Para não estender demais no assunto e passarmos dias aqui discutindo essa resposta, vou apontar diretamente para uma das principais causas da qual Inúmeras crenças e valores que muitos cristãos hoje professam achando ser verdadeiramente cristãos são na realidade valores esquerdistas. Sim, isso mesmo que você leu, o esquerdismo é o ídolo de muitos cristãos como bem expõem o teólogo e pastor Rodrigo Mocellin.

Dentro de suas inúmeras facetas da nova divisão de classes encontra-se o tal movimento de ativismo feminista. Este maldito movimento que na qual prefiro me referir a ele como um câncer social foi capaz de fazer com que muitas mulheres, inclusive as que se dizem cristãs se permitirem que lhes fossem arrancadas de sua essência natural a beleza da maternidade, passando então a abandonarem totalmente sua missão principal que é ser mãe para se lançarem no mercado de trabalho, tomando pra si muitas outras atribuições contrárias ao seu propósito.

Mas como é que chegamos a esse ponto? É que o ‘canto da sereia’ chegou fazendo carinho nos ouvidos das mulheres pela via do feminismo que reduziram o ofício de ser mãe e dona de casa a níveis de escravidão.

I Timóteo 4: 3-4 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.



NARRATIVAS FEMININAS

Esse tempo conforme descrito no versículo acima já se faz presente pelas vias de filosofias humanistas, hedonista, materialistas que destronou Deus do centro do universo e trouxe o homem para protagonizar o restante da história... ou melhor, as mulheres, que passaram a enxergar nas narrativas eloquentes do feminismo dizendo a elas que deveriam ser mais livres e independentes, não serem submissas e apenas coparticipante de uma família, mas que deveriam elas serem à partir de então, protagonistas da própria vida para brilhar, linda, poderosa e plena!



Essas falácias foram aprimoradas e evoluíram para narrativas mais radicais, onde a nova configuração esquerdista até colocou roupas novas na luta de classes, mas esqueceram que roupa nova requer banho e higiene. Do que adianta vestido novo e bonito se a calcinha está sempre suja e nunca é trocada? Aquilo que parece ser luta das mulheres, ser em favor da luta por direitos e outras balelas que estamos cansados de ouvir todos os dias, na realidade não passa de manobra falaciosa para avançar a causa que segundo elas, o fato da causa socialista não ter avançado mais no ocidente se dá pelo fato das mães ainda resistirem a ficar em casa.

As mulheres foram convencidas a crerem que elas não precisariam mais criar seus filhos, aceitando que a terceirização deles é algo que podem fazer sem carregar a culpa no ombros.


Sendo assim, as crianças deixarão de ser um problema, um obstáculo. Para estas “Feminazistas” criar filho é algo medíocre, pequeno, insuportável e é uma maldição para a vida da mulher que foram convencidas de que apertar uma parafuso é mais importante que trocar uma fralda.A CONFUSA IDEIA DE QUE AS MULHERES SÃO LIVS QUANDO SERVEM SEUS EMPREGADORES... MAS SÃO ESCRAVAS QUANDO AUDAM SEUSARIOS". G.K. Cheserton

Provérbios 31:28-29 “Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: “Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera”.

Ir para o trabalho lidar com coisas é mais significativo do que lidar com a alma do seu filho? Me explique? Ou melhor... Você é capaz de me convencer de que lidar com coisas que deixarão de existir é mais importante que criar o seu filho que vai ouvir o evangelho e ser salvo por toda a eternidade? Coisas deixarão de existir, mas o amor não, nunca, jamais!

TRANSFORMAÇÃO NA FAMÍLIA

Obviamente que a parte mais atingida nessa história e que mais sofreu transformação dentro deste novo cenário familiar foi a maternidade, antes encarada como benção do Senhor para uma família, passou então a ser dissolvida em importância e prioridade.


A maternidade deixou de ser algo natural e se tornou algo extremamente complexo nos lares da maiorias das famílias, inclusive das famílias cristãs que deveriam ser guardiãs desse mandamento divino lá em Gênesis 1: 28 de enchermos a terra de filhos. Mas infelizmente ficar ou não em casa com uma criança se tornou o grande dilema da mulher moderna depois do nascimento de um filho, isso é uma lástima, uma catástrofe familiar, social e por que não religiosa. A maternidade deveria continuar sendo O lindo trabalho de tempo integral a ser vivido com dedicação e intensidade, principalmente durante os cinco primeiros anos da criança onde se inicia oficialmente a idade escolar. Depois a conversa poderia tomar outro rumo e ser revistos alguns pontos.

Veja a teoria da Feminista Simone de Beavoir, uma das principais líderes feminista no mundo:



Além de defender este desatino atacam sem escrúpulos àquelas que ainda tentam defender com o direito que lhes é garantido pela constituição e com carinho os princípios bíblico familiar de que é uma primícia feminina a missão de ser mãe. Ignoram por completo a história humana da qual, Deus, o Senhor, o Criador deixou bem claro qual seria a principal, não a única, mas a principal função da mulher e estipulou os atributos também do homem.

Gênesis 3: 15 - 16 - À mulher, Ele declarou: "Multiplicarei grandemente o seu sofrimento na gravidez; com sofrimento você dará à luz filhos. Seu desejo será para o seu marido, e ele a dominará". E ao homem declarou: "Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual eu lhe ordenara que não comesse, maldita é a terra por sua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida.

Insistem em dizer que somos todos iguais e que não nascemos homem nem mulher! Essa conversa pra elas é uma construção social, que na qual, o sistema do patriarcado opressor utilizou dessa narrativa de que a função principal da mulher é ser mãe para torná-las subservientes aos seus mandamentos machistas e assim serem suas escravas.

Porém, está bem claro na palavra... à mulher a maternidade, ao homem o trabalho.

I Timóteo 2:15 - Entretanto, a mulher será preservada dando à luz filhos — se elas permanecerem na fé, no amor e na santidade, com bom senso.

Nos diz aqui... Qual é a glória de sair ás 6 da manhã de casa e deixar o filho na creche que te cobra R$350,00 (meio período) + R$ 350,00 da Van pra deixar a criança no início da tarde na casa da babá que também cobra R$ 300,00 para ganhar R$1.500,00 de salário para cuidar o dia todo dos 3 filhos de um empresário rico, lhe sobrando bruto míseros R$ 500,00?

Provérbios 31:15 — “Antes de clarear o dia ela se levanta, prepara comida para todos os de casa, e dá tarefas as suas servas”.

Mamãe deixe-me dizer uma coisa pra você... ser mãe, ser dona de casa é um dos ofícios mais valiosos que um ser humano pode exercer, maior até mesmo que o de um soldado que empunha uma espada. A mulher que valoriza cuidar mais da família do que as conquistas pessoais e o consumismo materialista, está valorizando o bem mais precioso que o homem pode ter nesta terra.


Provérbios 31:25-27 — “Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro. Fala com sabedoria e ensina com amor. Cuida dos negócios de sua casa e não dá lugar à preguiça”.



EDUCAÇÃO DOS FILHOS NA MODERNIDADE

Como tudo isso espirrou na criação dos filhos dos dias atuais. O que temos visto, que no caso é o foco principal de nossa discussão aqui não é a necessidade conforme falado no começo deste texto de uma mãe com “apenas” 1 ou 2 filhos, por exemplo, [comparado com gerações passadas "5... 6... 7... filhos, hoje é pouco"] ter que sair para trabalhar pra dar conta da demanda, mas sim a super valorização de um ego inflado que alimenta a vaidade de mulheres ou até mesmo de famílias em querer comprar mais uma casa de praia, trocar de carro anualmente, atualizar o modelo do seu iPhone e o Play Station pelo modelo mais atual do mercado, comprar mais uma bolsa, vestidos ou pares de sapatos.

Um argumento muito usado por famílias de mente e coração já corrompidos de sua essência é de que:

“Ain! Mas eu faço esses sacrifícios para poder dar uma condição de vida melhor para meus filhos, para que eles não passem pelo que passei, ter àquilo que não pude ter”.

MENTIRA! É pra sustentar uma vida de conforto, de status, de ostentação — É PESSOAL! É pra alimentar seus próprios desejos, adorar a si próprio, manifestar publicamente sua adoração pelo consumismo, onde o seu Deus é o seu próprio ventre, isso é auto adoração, isso é EGOLATRIA.

Não precisa muita coisa pra descontruir seus argumentos e perceber como que a maioria é seduzida a abandonarem seus filhos pela vaidade. Não é uma regra, mas o modelo de Smartphone hoje pode dizer muito sobre uma pessoa, (salvo por pessoas de poder aquisitivo realmente altos), pois, uma mãe comum que diz ser necessário deixar o filho numa creche pra sustentá-lo, montada num salto e num vestido caro retira de sua bolsa chiquérrima um iPhone de R$ 5.000,00 quer convencer quem com esta conversinha fiada?

É óbvio que para sustentar essa vida de futilidades a mulher precisará crescer na empresa em que trabalha, pra isso terá de fazer um curso de inglês, pós-graduação, doutorado... ou até mesmo trabalhar em dois empregos ou fazer uns bicos nos fins de semana. 

Mas e os filhos? Ficam onde nessa escala de prioridades? Primeiro que — prioridade é só uma coisa, crescer profissionalmente automaticamente tira os filhos e a família do topo da prateira de prioridade e os colocam nas prateleiras inferiores, abaixo até da prateleira da saúde física sustentada agora por uma vida numa academia de Crossfit pra dar conta da correria.

TERCEIRIZAÇÃO DOS FILHOS

A questão dessa problemática não é tanto se: “deve a mãe trabalhar fora ou não”, e sim a seguinte questão: “quem lhe tomará o seu insubstituível e sagrado lugar”?

Nisso os filhos são criados por quem? Pelos irmãos mais velhos? Pelos avós, como são boa parte das crianças, principalmente as de classe média- baixa? Isso não é o ideal, mas diante da conjuntura, seria "lucro".

Muitas crianças são criados por babás, que em sua maioria são totalmente despreparadas, escolhidas por serem mais baratinhas, conhecidas da família ou por morarem mais perto de casa mesmo, ou optam pelo sistema de babás coletivas, conhecida como creches.

BOA BABÁ É AQUELA QUE ESTABELECE BONS RELACIONAMENTOS, E COM SEU APEGO À CRIANÇA, TORNA-SE UMA ALIADA DA FAMÍLIA. Içami Tiba

A Feminista Alexandra Kollontai aliada de Lênin na Revolução russa em seu livro: “O Comunismo e a Família” descreve como as mulheres poderiam ser livres, e ela explicou: “dependendo do Estado”. Para ela o Estado deveria fornecer lavanderias e restaurantes coletivos e para o problema das crianças... creches e escolas. Segundo Kollontai “Já não existirá a mãe oprimida com um bebê nos braços...”. Isso mesmo que você leu “Crianças são um problema.”

A modernidade que pregou a necessidade de vivermos a liberdade individual a todo custo não só esvaziou dos lares a essência familiar segundo os preceitos bíblicos, como escravizou o bolso das pessoas através do consumismo, fruto do capitalismo selvagem, mas também sequestrou a consciência familiar, fazendo-os acreditar que creche é a amiga mais importante da família, sendo para eles, um instrumento “fundamental” para o desenvolvimento da criança.

Não bastam creches matutinas ou vespertinas, o que celebram mesmo são as creches de tempo integral das 07h00 às 18h00, chegam ao cúmulo do absurdo de vibrarem com a proposta política que visa uma possibilidade de creche noturna.

["Nossa que governo bonzinho, agora posso trabalhar de dia e fazer academia e pós-graduação a noite que terei com quem deixar (abandonar) minha cria"].

Outra narrativa que costuma seduzir os pais e os fazem aceitar com extrema facilidade e comodidade o “abandono de incapaz” é de que colocar seu bebê o mais cedo possível, logo depois dos 6 meses de vida quando termina o auxílio maternidade é importante para que a criança se desenvolva mais rápido. (Alguns já colocam com 3 meses e há mães que abrem mão por completo da licença e já retornam ao trabalho assim que as condições físicas lhe permitir). Quando confrontados, sempre têm um discurso defensivo já na ponta da língua de que dizemos isso por não conhecermos a creche que seu bebê foi matriculado e nem conhecemos as mudanças que seu baby passou:

["Miga, você precisa ver, depois que coloquei meu filho Enzo lá naquela creche top das galáxias que me custa 1 pulmão mais uns 3 litros de sangue por mês, o Enzo se desenvolveu demais, bem mais rápido que o filho do meu irmão, nem parecem ter a mesma idade, meu bebezinho dá de 10 à zero no priminho dele"].

COVARDIA! Já condenam seu bebê à uma adultização maldita! Cada criança tem seu tempo de desenvolvimento e maturação natural. Joãozinho vai falar com 1 ano e 6 meses, enquanto o Zezinho vai falar com 2 anos e está tudo bem com ele, Zezinho não é inferior em nada que o Joãozinho só porque aprendeu algo um pouco mais tarde.

Realmente podemos até não conhecer as mudanças rápidas que o filho desta pessoa passou, mas estou bem certo que este processo agressivo de adultização implicará numa vida adolescente e adulta com problemas irremediáveis por toda uma vida.

Alguns são até bastante sinceros em admitir sua incapacidade em abdicar de sua vida, sua condição, seu status, do seu grande momento pessoal, profissional e financeiro manifestando pouca vontade em querer criar um filhos por acreditar que além de darem muito trabalho, eles serão um empecilho que além de tudo chora bastante em suas cabeças sempre muito ocupadas com os afazeres e conquistas da vida moderna.

QUANDO VOCÊ ACEITA A FRASE: “FILHO DÁ TRABALHO”, VOCÊ INVERTE A ORDEM HIERÁRQUICA DO PROPÓSITO FAMILIAR. FILHOS NÃO SÃO ALGO QUE IMPEDEM A SATISFAÇÃO DA FAMÍLIA, PELO CONTRÁRIO, A FAMÍLIA EXISTE PARA QUE A VIDA FLORESÇA. NESSE SENTIDO — OS FILHOS SÃO O TRABALHO DA FAMÍLIA!

Outro argumento afiado é de que a tal creche “top das galáxias” tem um diferencial que é o número reduzido de crianças, apenas 12 por turno, mas não mencionam que são apenas 3 profissionais que trabalham na creche, e não são capazes de fazer uma conta simples, ou seja, 1 profissional para cuidar de 4 bebês/crianças.

Claro que o que vou falar aqui não é uma generalização, mas ouse fazer uma entrevista com uma dessas novinhas recém formadas em pedagogia, por exemplo que se lançam ao mercado aspirando vagas de Babás pra você poder encarar a realidade mais de frente, algumas querem a vaga, mas não trocam fralda e nem dão banho, ou seja, sua criança vai passar suja até você chegar em casa. Outras já não aceitam ter que ficar com a criança por horas no colo para não criarem vínculo afetivo, aceitam apenas cuidar dos exercícios, vigiar pra que não façam nada de errado e nada mais que isso, algo bem robótico. Já outras pelo contrário, criam tanto vínculo que o filho chama a babá de mãe, menos sua mãe biológica.

Por mais competentes e dedicados que esses profissionais possam ser, me expliquem como que um pai e uma mãe que as vezes ainda contam com uma rede de apoio efetiva e a retaguarda dos avós, mal conseguem dar conta de 1 única criança, podem acreditar que 1 profissional vai cuidar muito bem de 4 bebês/crianças alternadamente? Isso porque estamos falando aqui de números em creches particulares, se formos trazer pro terrorismo público, nos depararemos com dados estarrecedores. Segundo o site do próprio MEC[1], a recomendação MÍNIMA É DE 1 PROFISSIONAL para cada:

 7 crianças (de 0 a 2 anos) — 15 crianças (de 3 anos) — 20 crianças (de 4 até 6 anos).

Bem sabemos que este mínimo em muitas vezes beira a bizarrice, pois, até o dobro. Pesquise aí no Google sobre testemunhos de mulheres que trabalham em creche que você vai ficar aterrorizada. Calma, respira, pegue o lenço primeiro. Pronto? Agora senta e chora.

ABANDONO PROGRAMADO

Você certamente já ouviu alguém, talvez, um psicólogo, ou um pediatra, àquela vizinha intrometida ou um parente, geralmente suas irmãs e cunhadas ou sua sogra e até mesmo sua própria mãe dizendo (podendo eles serem até cristãos):

“Pare de ser escrava com esse negócio de amamentar o bebê em livre demanda, o Enzo já tem 4 meses, comece a tirá-lo do peito e dê fórmula pra ele na mamadeira e deixe de preferência que o pai faça isso pra você começar a ficar mais livre. E outra coisa, deixe ele berrar no berço, no carrinho, deixe-o chorar um tanto e pare de socorrê-lo toda hora que ele chorar, além de abrir o pulmãozinho dele, já o acostuma a ir pra creche quando você retornar ao trabalho, lá é normal eles chorarem bastante.

Pra não surtar e sair por aí mandando todo mundo pra terra do pé junto vestindo paletó de madeira, quero eu crer que essas pessoas não falam essas coisas por maldade, com a intenção de prejudicar, juro que me esforço e prefiro pensar e crer que é na melhor das intenções que falam essas coisas. Sim, eu até creio. Mas falam isso por já estarem engessadas pela cultura, com as mentes cauterizadas pela moda:

“Todo mundo faz, porque você vai ser tão orgulhosa ao ponto de não colocar seu filho numa creche? Nossa que orgulhosa, você se acha melhor que as outras mães?”

Se você quiser, pode simplesmente, em nome da boa convivência ficar em silêncio até mesmo para preservar a amizade zelando pelo bom relacionamento, é o que particularmente eu tento fazer, mas se isso não for possível porque você não está disposto (a) a ficar o resto do dia remoendo a tristeza e a amargura que uma fala como esta lhe trás e ficar cultivando o arrependimento de não ter colocado a pessoa em seu devido lugar, você pode dar uma sábia resposta, no melhor estilo “tapa com luva de pelica”:

— “Em primeiro lugar, eu não sou todo mundo, em segundo, meu filho é um projeto familiar que em nome de Jesus vamos educá-lo, ensiná-lo a ser médico, engenheiro, astronauta... mas em primeiro lugar servo de Deus, sendo assim, meu filho não é um número, minha família não é uma estatística, minha família é projeto de Deus não planilhas do governo” .

FORMAÇÃO DO BEBÊ

O Doutor José Martins, pediatra há mais de 52 anos e autor do livro: Crianças Terceirizadas, revela em uma vasta pesquisa que nos primeiros 1000 (mil) dias (até os 2 anos – incluso gestação) 60% de toda energia produzida pelo bebê/criança é gasta para o desenvolvimento cerebral. Todos nascemos com média de 100 bilhões de neurônios e chegamos a fase adulta com no máximo 20 bilhões; ou seja, os que não são estimulados não se desenvolvem e morrem. Pra ter uma noção melhor disso, se um bebê nascer perfeito e for colocado em um quarto escuro e ali permanecer, ele certamente ficará cego, e se não for estimulado a ouvir, ficará surdo e mudo.

Ele ressalta então para a importância do afeto no desenvolvimento cerebral do bebê/criança, a importância de estimulá-los, pois, se você deixar de amamentá-los, pegá-los no colo, abraçar, beijar, a criança involui. Relata ainda que toda interação entre pais e filhos nessa época terá repercussão futura, na fase adulta.

“A VERDADEIRA FELICIDADE ESTÁ NA PRÓPRIA CASA ENTRE AS ALEGRIAS DA FAMÍLIA” Disse o escritor russo Tolstói, mas digo que as piores tristezas também.

Para o doutor Martins, este distanciamento entre pais e filhos, que eu prefiro chamar de abandono/crime, [lembrando que aqui não estamos mais falando de necessidade e sim vaidade], desencadeia naturalmente para choros em excesso e até birras, causa o que ele chama de estresse tóxico que é agravado pelo fato de que crianças até 2 anos não possuem imunidade corpórea suficiente e nem estrutura emocional estável. Este estresse tóxico libera hormônios que não deveriam ser liberados de forma alguma nessa fase por serem capazes de destruir outros neurônios importantes. Por isso que segundo pesquisas, as crianças criadas em creches, dentro de um contexto natural, sem nenhuma doença mais grave já pertencente à criança, sofrem mais com doenças secundárias do que as que são criadas pelos pais, além de manifestarem comportamentos mais agressivos tanto em convívio escolar quanto familiar. Por isso que frequentemente vemos pais dizendo:

“Não entendo porque meu filho tem tanta febre, leva no médico, faz vários exames e não acha nada, não tem nada fisiologicamente errado com ele, nem resfriado. O pediatra até aconselhou procurarmos um psicólogo ou uma benzedeira”, não sei mais o que fazer e nem tenho mais onde arrancar dinheiro pra custear tudo isso, só de medicação este mês gastei quase que metade do meu salário.

CRECHITE

Doutor José Martins sabiamente batizou este fenômeno como CRECHITE, ou seja, má influência da creche. O que o pediatra deveria aconselhar os pais neste caso é retirar a cria da creche o mais rápido possível, porque um resfriadinho, uma gripe resolve com 3 dias de medicação, já uma meningite e uma pneumonia NÃO!

Pois bem, os números apresentados acima já seriam suficientes para sacudir o bambuzeiro e fazer muitos pais voltarem a pisar em terra firme e retomar a consciência da atrocidade que estão cometendo.

No entanto, além de não aceitarem que os aconselhemos, outro fator que me impressiona é o de que não conseguem se conscientizar do perigo, tão grande quanto os números exposto aqui ou até pior, que é o fato de que seu filhinho passará mais tempo se desvinculando da família e tudo que a envolve e o protege pra ser uma bucha, um para-raios nas mãos do Estado (mesmo em creches particulares) e tudo o que a "DES-educação coletiva e precoce" pode implicar.

Até pode acontecer sim que a criança colocada na creche se desenvolva cognitivamente mais rápido em alguns aspectos, porém isso não é fator primordial para seu desenvolvimento, não é a velocidade que conta e sim a qualidade, conforme explicou Dr. Martins sobre o afeto. Em determinado momento da infância o fato do Joãozinho ter se desenvolvido mais rápido que o Zezinho não terá nenhuma significância, vão se equiparar. Em contrapartida, Joãozinho terá chances maiores de ser um indivíduo desajustado emocionalmente e socialmente. Joãozinho será expert em computadores, um craque em jogos online, se tornará livre para o mundo, porém, preso a seu próprio vazio emocional e existencial, onde provavelmente terá sérios problemas na vida adulta.

Qual é o cenário então? A criança passa o dia na creche, os pais ou as babás pegam a criança no fim do dia, os pais chegam em casa, aí têm que cuidar da casa, da higiene e da alimentação da família e dos animais também, as crianças precisam fazer a tarefa de casa e da escola e por aí vai. Neste intervalo de tempo a criança fica ali nos ouvidos dos pais implorando por atenção [mamãe... papai... mamãe + 10x — papai + umas 3x]. Já de cabeças cheias do trabalho, não suportam tal pressão e se tornam permissivos, com isso o que as crianças ganham como consolo geralmente é um cala a boca em formato de celular, tablet ou vide-game, ou um cala a boca de verdade. Você é inteligente o suficiente para entender a situação não é mesmo!?

TEMPO DE QUALIDADE

Me deparei com uma pesquisa[2] que aponta para números aterrorizantes, nela a quantidade de horas que uma criança costuma receber dos pais do tempo de qualidade [tempo de qualidade não é o tempo que sobra entre chegar da creche/escolinha até a hora de dormir — é aquele tempo dedicado exclusivamente à criança...]. Pasmem! Esse tempo de qualidade é em média de 14,5 minutos por dia — 18 horas por mês — 216 horas por ano.

Então papais e mamães, vocês acham que este tempo que dedicam seus filhos somados à 1 hora de escolinha bíblica dominical por semana — 4 horas /mês — 60 horas / ano ensinando sua criança sobre como Deus criou o mundo, é mesmo páreo contra as 10 horas por dia — 200 horas por mês — 2.000 horas por ano (já descontando fim de semana e férias hein!) que ela recebe nas creches/escolinhas? Repare que seu filho passa em 1 único mês na creche o mesmo tempo que vocês pais passam com ele o ano todo.

 Novamente... não generalizando, mas neste tempo seu filho está nas mãos de professores que em sua maioria estão sendo formados nas universidades aprendendo conteúdos comunistas e ateístas, principalmente as Universidades Federais que são fortemente controlada pelo esquerdismo radical. A grade acadêmica na formação de um professor no Brasil hoje, principalmente nos cursos das áreas de humanas são dedicados principalmente a conteúdos progressistas. Naturalmente estes professores ensinam o ateísmo disfarçado de ciência para seus filhos através por exemplo, dos lindos livrinhos “inocentes” de filosofia para crianças do programa de assinaturas de revistinhas infantis chamado Leiturinha, recheado de pensamento de filósofos em sua maioria ateus, progressistas e até declaradamente comunistas. Dentre os filósofos desta coleção “fofinea” está [Karl Marx – Imannuel Kant – Jean Jacques Rousseau – René Descartes – Sartre- Sigmund Freud – Sócrates – Platão – Aristóteles e por fim Simone de Beauvoir, sim essa mesma feminista que você leu agora a pouco].

"SOB QUALQUER GOVERNO O PRINCÍPIO CRISTÃO É EVIDENTE: DAI, POIS, A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR, E A DEUS O QUE É DE DEUS. AS CRIANÇAS NÃO PERTECEM A CÉSAR. Gordon Clark

Mateus 19: 14 - Então disse Jesus: "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o reino do céus pertence aos que são semelhantes a elas".

Não me venham com a prerrogativa maldosa que faz parte da formação ensinar a criança a pensar, MENTIRA FALACIOSA! Nenhum ser humano precisa ser ensinado a pensar, isso já é algo inerente à sua natureza, basta apresentá-lo um conteúdo onde o professor expõe os fatos e deixa as opções que aquele fato pode oferecer e o aluno por si próprio é capaz de fazer suas escolhas e decidir se concorda ou discorda. Agora uma criancinha de 4 anos (conforme indicação do próprio site[3]) não tem capacidade mental de filtrar conteúdos desta natureza e fazer distinção das teorias filosóficas e tomar partido e colocá-la em prática em sua vida, isso é lavagem cerebral.

Neste embalo fica muito fácil incutir na mente das crianças a sorrateira Teoria da Evolução de Charles Darwin (aquela teoria de que o ‘homem veio do macaco’), que na minha época escolar só me foi apresentada lá pela sétima série, mas hoje está sendo ensinado para seu filhinho já no jardim de infância para que ele possa acreditar mais no cientificismo de que tudo é fruto de uma evolução e não das mãos criadoras do nosso Deus. Martinho Lutero disse:

“NÃO MANDEM SEUS FILHOS PARA ESCOLAS ONDE AS ESCRITURAS NÃO REINAM”.

 É sério mesmo que vocês acham que vão conseguir obedecer ao mandamento do Senhor (Pv 22:6) de que devemos como primazia familiar ensinar a criança NO caminho do Senhor...? Isso é imperativo, determinante, quer dizer junto, caminhando lado a lado, muito diferente de O Caminho como está sendo feito, empurrando os filhos para longe, criados pelos outros ou enfiando-o numa creche. Se vocês acham que são mesmo capazes, vocês são os pais mais topzera das galáxias que eu conheço, mas caso vocês tenham se esquecido, quero lembrá-los sobre o restante deste versículo que diz que é pra quando seu filhinho ainda for uma criança, estiver adolescendo, se tornar um jovem, um adulto ele não se desviar dos caminhos do senhor, porque seu caráter que na qual é formado até os 7 anos de idade, terá força o suficiente para resistir às investidas deste mundo. Caso contrário, espero estar muito errado, mas só tenho uma coisa a lhes dizer — MEUS SENTIMENTOS!

“UMA CRIANÇA NÃO AMADA É, NA VERDADE, O MAIS TRISTE FENÔMENO DA NATUREZA”. Dr. James Dobson

VAMOS REFLETIR PAPAIS?

Papai e mamãe, vamos refletir? Não estou aqui de forma alguma fazendo uma apologia à pobreza dizendo que devemos viver mendigando por aí, ou que devemos viver dando calotes nos compromissos, "cada um sabe muito bem onde o calo aperta", ou que devemos criar nossos filhos presos numa bolha, de forma alguma! Estou te convidando a refletir sobre estes aspectos levantados até aqui.

O que seu filhinho de 1 ano precisa? De falar mais rápido, desenvolver capacidades cognitivas e motoras antes do parente? Seu filho de 3 anos precisa mesmo de um tablet, celular de última geração, viagem pra Disney 1 vez no ano, carrão na garagem? Você acha mesmo que ele sabe diferenciar se o carro da família é de marca nacional ano 2016 ou 2021 importado? Precisa de um Playstation que custa quase 5 meses de salário da mãe que é obrigada a se endividar e parcelar o videogame em suaves prestações de 30 parcelas no carnê das Casas Bahia só para aplacar a fúria do seu filhinho despejada contra um coleguinha da creche? Deixe eu te dizer uma coisinha: “seu princeso NÃO merece o melhor”! O que seu filho precisa é de colo, carinho, beijos e abraços, repreensão e disciplina. Resumindo, de amor!

ORFANDADE INFANTIL

"ESSA É UMA GERAÇÃO DE CRIANÇAS ÓRFÃS DE PAIS VIVOS, CARENTES DE PAIS AUSENTES APTOS A DAREM PRESENTES MAS NÃO A ESTAREM PRESENTES". Enxada de Papel

Sem limites e com excesso de presentes nós criamos, ao invés de filhos, príncipes e princesas tiranos, um projeto de mini ditadores infantis, porque eles nos exigem cada vez mais, não só no aspecto intelectual e emocional, mas sim no aspecto material.

Uma criança órfã tanto de pais falecidos, como de pais ausentes, desenvolve instabilidade emocionais por toda sua vida, porém, a inevitabilidade da morte pode produzir um sentimento de conformidade capaz até de consolar e criar uma força de resistência inexplicável nesta criança – adolescente - adulto.

No entanto, as crianças que são órfãos de pais vivos, tendem a desencadear mais facilmente desvios de comportamentos e caráter que trarão consequências drásticas, de feridas impossíveis de cicatrizarem (a não ser pelo milagre da misericórdia e intervenção divina), serão pessoas frágeis emotivamente, instáveis, inseguras, incapaz, improdutiva, carente, ansiosa, frustradas, "com azar" no amor, no jogo e no trabalho, e que provavelmente propagarão o mesmo estilo de vida e sentimentos pros seus filhos (isso é, se tiverem).

O MAU PAI PRESENTE É MAIS PREJUDICIAL QUE O AUSENTE. Içami Tiba

Pais ausentes tendem a se tornarem demasiadamente permissivos, frouxos, que irão gerar crianças mimadas, que crescerão e serão adolescentes bundões que naturalmente regredirão a jovens facilmente seduzidos, manipulados, idiotizados, inúteis e definitivamente serão adultos desprezíveis que construirão o novo modelo de sociedade involuída. Bem-vindo a manufatura familiar moderna, a estrutura mais nociva que pode existir numa sociedade.

CRIMINALIDADE INFANTO JUVENIL

Entendem agora porque o número crescente de adolescentes e até crianças que entram cada vez mais cedo pro mundo das drogas e da criminalidade, e que sofrem doenças psíquicas e emocionais? Esses fatores tem elevado vertiginosamente o número de jovens e adolescentes que se suicidam todo ano, cerca de 800.000, ou seja 93 por hora tiram suas vidas, segundo dados da OMS[4].

“UM BOM RELACIONAMENTO FAMILIAR É A PRINCIPAL ARMA DE COMBATE AS DROGAS E AOS PROBLEMAS EMOCIONAIS QUE ACOMETEM OS ADOLESCENTES E OS JOVENS. “Psicanalista Evilásio Vieira

Veja o que os professores e criminologistas de Harvard, o casal Sheldon e Eleanor Glueck[5] responderam quando foram perguntados sobre o que parecia ser a causa da delinquência infanto-juvenil crescer tão rapidamente em nossos dias:

— “Há muitas causas pra esse problema. Na maior parte, contudo, o que vemos agora é um processo que vem prosseguindo desde a segunda guerra mundial. Em primeiro lugar, é maior o número de mães que trabalham fora. Muitas têm deixado seus filhos mais ou menos desatendidos, em casa ou nas ruas. Isso os tem privado das constantes orientações e senso de segurança que eles precisam receber de suas mães nos primeiros anos de vida”.

Especialistas já consideram esta a pior geração de toda a história da humanidade.

“HOMENS FORTES CRIAM TEMPOS FÁCEIS. TEMPOS FÁCEIS GERAM HOMENS FRACOS. HOMENS FRACOS CRIAM TEMPOS DIFÍCEIS. TEMPOS DIFÍCEIS GERAM HOMENS FORTES.” Provérbio Oriental

Então papais, se esta é a pior geração de todas, o que esperar das gerações futuras? E qual seu papel neste cenário? O filósofo Mario Sérgio Cortella certa vez em uma palestra respondeu a uma pergunta:

“— Que mundo deixaremos para nossos filhos?” Ele sabiamente respondeu: “— Depende... depende de que filhos deixaremos para o mundo”.



Tudo isso coaduna perfeitamente com a frase dita pelo escritor português José Saramago:

“O HOMEM QUE SOU HOJE É RESULTADO DA CRIANÇA QUE FUI”.


Então papais e mamães, quem ou o que será seu filho no futuro?

Portanto pais sejam homens, firmes cabeça e sacerdote do lar e conduza sua família nos caminhos do senhor não nas trincheiras da comodidade deste mundo. Mães não deixem que o consumismo, os prazeres e vaidades que reinam nesse mundo atual sejam seus ídolos, parem de dar ouvidos aos ventos heréticos e abandonem seu altar, parem de adorar a si mesmas e voltem seus olhares para a palavra, para um dos propósitos principais do cristão que é a sua família. Do que adianta ganhar, conquistar o mundo, fazê-lo caber num diploma pendurado na parede ou dentro da sua bolsa, mas perder sua família?

"QUANDO OLHO PARA PAIS E MAES QUE DECIDIRAM TER FILHOS PARA SERVIR A DEUS, SEMPRE OS VEJO CANSADOS, MAS JAMAIS ARREPENDIDOS".


"A COISA MAIS EXTRAORDINÁRIA DO MUNDO É UM HOMEM COMUM, UMA MULHER COMUM E SEUS FILHOS COMUNS. G.K. Chesterton

Parabéns mulheres que por amor optaram pela dádiva familiar. O mundo precisa de vocês!



[1] http://portal.mec.gov.br/dia-a-dia-do-seu-filho/educacao-infantil

[2] https://www.justrealmoms.com.br/

[3] https://loja.leiturinha.com.br/colecao-filosofinhos

[4] https://hospitalsantamonica.com.br/o-aumento-alarmante-no-indice-de-suicidio-entre-jovens/

[5] Fonte: Livro Ouse disciplinar – Doutor James Dobson  - (Muitíssimos conhecidos por seu estudo longitudinal da delinquência juvenil e suas causas – em entrevista publicada na revista U.S. News and World Report, de abril de 1965). 





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